Futuro da Educação

Descrição da Linha de Pesquisa

O modelo educacional que seguimos é muitas vezes associado ao modelo fabril, ou da revolução industrial, apesar de ter se desenvolvido de forma bastante complexa. Necessidades da educação em massa acabaram por levar ao monopólio de um modelo despersonalizado, onde o ensino tem prioridade sobre o aprendizado.

Praticamente toda teoria educacional moderna critica o sistema típico das salas de aulas, a total predominância da aula expositiva, as avaliações genéricas, etc. As alternativas propostas também são pouco controversas: a inversão da sala de aula, o aceite do ritmo pessoal de cada aluno, e várias formas de aprendizado pelo menos inspiradas no construtivismo, como o aprendizado baseado em projeto.

O problema é fazer. O problema é realmente transformar a escola, tanto a nível local, ou seja, uma escola, quanto ao nível sistêmico, por exemplo, em uma nação como o Brasil. Alternativas interessantes aparecem, como a Quest to Learn, em New York, a Escola da Ponte no Porto e o sistema educacional da Islândia.

Em paralelo, a escola atual está desafiada pelo mundo ao seu redor. Voz, quadro-negro e giz não são mais suficientes para manter a atenção, criar curiosidade ou realmente gerar o aprendizado em um mundo com muito mais capacidade de fornecer informação.

Nos países altamente populosos de terceiro mundo, como o Brasil, com grande percentual de jovens na população, há ainda o problema de fornecer educação em quantidade e de qualidade.

Há também o problema estratégico nacional de que educação fornecer, e como a educação fornecida abrirá oportunidades iguais e capacitará as nações para o progresso e igualdade social.

Ou seja, definida uma visão de futuro, como a Educação e deve ser organizada para conseguir alcançá-la.

A linha de pesquisa Futuro da Educação pretende desenvolver discussões sobre alternativas de aprendizado futuro, e qual o papel das Tecnologias da Informação nesse contexto.

Projetos de pesquisa

Pesquisadores

Geraldo Xexéo (Coordenador)